Sabes que não costumo fazê-lo, mas este tinha de vir cá parar, até porque senão ficavas chateado comigo.
Ontem a natureza foi generosa e deu-me os primeiros 200km’s. Experiência ótima, como de resto os são todos os voos bons.
Montes de opções, escolhas feitas com a experiência absorvida doutros em mente, generosos o suficiente para não se importarem ensinar quem quer aprender. Alguns não mais posso agradecer, como tu ou o Eduardo, mas há outros voadores que tenho de o fazer e peço desculpa a mim próprio por aqueles que aqui não incluir: Ricardo Amador, Daniel Folhas, Soner Yorgun, Pedro Patrício, Vitor Baia (o mais recente) e, claro, o teu Rui.
Aterrado ok, junto a uma povoação com ar de ter tasco (obrigado António), toca a arrumar. Mas ontem foi esquisito, a sensação de falta ao ter tempo de tirar o arnês e ainda não me teres ligado a dar os parabéns como sempre fazias, com a alegria de quem fica feliz com as pequenas alegrias dos outros como se fossem nossas e que tinha vivido o voo em direto connosco.
Não te tive a ti, tive um simpático pastor Espanhol, Carlos de nome, acompanhado de 2 simpáticos cães e mais de uma centena de ovelhas, todos eles curiosos com o que viam, fazendo o Carlos as perguntas de todos.
Bom palpite para a aterragem, o Carlos resumiu as várias escolhas que Fuentelapena oferece. Escolhi os 500m fáceis até ao Bar da Sandra onde me sentei na esplanada e bebi uma caña enquanto me convencia que estava em terra - conheces? Recolhido, o jantar ofereceu uma excelente escolha gastronómica; presunto divinal como os nossos hermanos sabem fazer e Chuleton 'al punto' (acho que é assim que dizem).
Regresso a casa, cansado ...
Ontem falhaste António, tirei o arnês e não ligaste.
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Sabes que não costumo fazê-lo, mas este tinha de vir cá parar, até porque senão ficavas chateado comigo.
Ontem a natureza foi generosa e deu-me os primeiros 200km’s. Experiência ótima, como de resto os são todos os voos bons.
Montes de opções, escolhas feitas com a experiência absorvida doutros em mente, generosos o suficiente para não se importarem ensinar quem quer aprender. Alguns não mais posso agradecer, como tu ou o Eduardo, mas há outros voadores que tenho de o fazer e peço desculpa a mim próprio por aqueles que aqui não incluir: Ricardo Amador, Daniel Folhas, Soner Yorgun, Pedro Patrício, Vitor Baia (o mais recente) e, claro, o teu Rui.
Aterrado ok, junto a uma povoação com ar de ter tasco (obrigado António), toca a arrumar. Mas ontem foi esquisito, a sensação de falta ao ter tempo de tirar o arnês e ainda não me teres ligado a dar os parabéns como sempre fazias, com a alegria de quem fica feliz com as pequenas alegrias dos outros como se fossem nossas e que tinha vivido o voo em direto connosco.
Não te tive a ti, tive um simpático pastor Espanhol, Carlos de nome, acompanhado de 2 simpáticos cães e mais de uma centena de ovelhas, todos eles curiosos com o que viam, fazendo o Carlos as perguntas de todos.
Bom palpite para a aterragem, o Carlos resumiu as várias escolhas que Fuentelapena oferece. Escolhi os 500m fáceis até ao Bar da Sandra onde me sentei na esplanada e bebi uma caña enquanto me convencia que estava em terra - conheces? Recolhido, o jantar ofereceu uma excelente escolha gastronómica; presunto divinal como os nossos hermanos sabem fazer e Chuleton 'al punto' (acho que é assim que dizem).
Regresso a casa, cansado ...
Ontem falhaste António, tirei o arnês e não ligaste.